Arquivado em: É uma pena | Tags: camelô, CDL, controle remoto, Ministério Público, Receita Federal, Sindilojas
Eu caí numa das mais antigas jogadas que os camelôs fazem. Não sabia como funcionava, mas aprendi uma lição: são todos falsários.
Arquivado em: É uma pena | Tags: asfalto, Av. Bento Gonçalves, Avenida, Fetter, Pelotas
Estava voltando pra casa, às 11:56, atravessando a Av. Bento Gonçalves, bem à frente do portão do Quartel da Brigada Militar, em direção à pracinha que fica ali na frente, quando meu tênis fica colado no asfalto da rua!
Uma das mais famosas e saborosas tradições gauchescas é o chimarrão, também chamado de mate, aqui no sul. O costume, passado de geração em geração é apreciado por muita gente, tornando a bebida típica nas horas de laser, no ambiente de trabalho, nas salas de aula e onde mais se tiver um grupo de amigos.
Muita gente diz que essa planta, que nasce nos fios de energia elétrica da cidade, sobrevive graças aos altos índices de umidade de Pelotas. De certa forma é verdade, mas ela não nasce somente em Pelotas, por causa da umidade daqui.
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Uma equipe de pesquisa que avalia os benefícios da bebida-símbolo do Rio Grande do Sul para o coração pretende ainda este ano finalizar os dados e divulgar os resultados obtidos em quase dois anos de trabalho. Para isso, precisa de novos voluntários para a etapa final da pesquisa. O estudo, que começou em novembro de 2007 e já selecionou mais de 190 pessoas, pretende avaliar as benfeitorias da bebida ao coração dos gaúchos. Para participar e obter mais informações, o interessado deve ter entre 35 e 60 anos, de ambos os sexos, e deve entrar em contato com os pesquisadores através do e-mail projetochimarrao@gmail.com
FONTE: Vida e Saúde – http://www.clicrbs.com.br/rbstv/jsp/default.jsp?programa=1&nome=vidaesaude&pSection=262&groupid=217&uf=1&local=1
Ontem eu estava no Laranjal e vi uma típica cena aqui em Pelotas: poda irregular de árvores. Não há orientação, fiscalização prévia e nem fiscalização mediante denúncia. Ao ligar para a Polícia Ambiental, a única coisa que ouvi foi um “estamos sem viatura no momento, mas iremos averiguar assim que possível”. Alias, frase essa que se escuta, de praxe, de todos órgãos públicos como a Brigada Militar e Conselho Tutelar. Eles podiam ter a frase gravada na secretária eletrônica pra não cansar a voz.
Passei a tarde assistindo meu vizinho liquidar com uma árvore, deixando só o tronco em pé. Fiz minha parte. O poder público não.
Tenho o privilégio de morar perto desse incrível pelotense. Vejo-o freqüentemente no supermercado ou padaria e sempre lembro suas músicas. Cantor, compositor e escritor, Vitor Ramil começou sua carreira cedo. Logo aos 18 anos lançou seu primeiro disco Estrela, Estrela.
Sua fama logo despontou. Algumas composições suas foram cantadas por Zizi Possi e uma versão da música Estrela, Estrela foi gravada por Gal Costa em um de seus discos.
Parabéns pelos 119 anos do Diário Popular e parabéns para toda equipe que faz ele crescer. Tenho muito orgulho de ver minha prima e meus amigos: Ana Bandeira, Chris Ramil, Bruno Campelo, Thiago Rocha, Kaká Dufech e Rafael Ocaña sendo homenageados pela nova diagramação do jornal, na coluna do Sérgio Cabral desse dia 27/08/09.
Parabéns, meus queridos! Sucesso!
Arquivado em: Beleza Pelotense | Tags: contos, escritor, livro, poema, Simões Lopes
Neto por parte de pai de Visconde da Graça, João Simões Lopes Neto, nasceu dia 9 de março de 1865, em Pelotas. Estudou no Rio de Janeiro, mas retornou à terra natal, onde se tornou um empreendedor, atuando em vários ramos, como destilaria, vidraçaria, moagem e torragem de café, além da infame fábrica de charutos, cujo nome “Marca Diabo” causou polêmica com a Igreja. (mais…)


