Dessa vez foi em pleno centro da cidade, às 11:30 da manhã, na Rua Gonçalves Chaves, quase esquina Dr. Amarante. Consegui flagar a poda irregular de 2 grandes árvores, que escondiam a belíssima fachada do chique restaurante à Rua Gonçalves Chaves, 3002.
As 2 árvores foram derrubadas, picadas em pequenos pedaços e levadas por um carroceiro. A operação durou mais de 2 horas. Liguei para a Secretaria de Qualidade Ambiental (SQA) de Pelotas (3284-4442) e informei o ocorrido. Foi-me informado que “irão averiguar”. Sei… Faz-me rir…
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A dupla pelotense apresentará em Pelotas o show de seu mais novo trabalho: Autorretrato. Segundo Kleiton Ramil, o show acústico contará basicamente com o conteúdo do novo disco, que é composto de 13 canções inéditas. “É claro que tocaremos antigos sucessos, os hits dos anos 80. O público também quer poder cantar conosco.”¹
O show se realizará dia 25/03, às 21h, no Theatro Guarany, fazendo parte do Circuito Cultural dos 120 anos do Diário Popular. Os ingressos estão a venda na loja Hercílio Calçados, porém a produção “esqueceu” da Lei Municipal nº 3.682 de 1993, que garante ”meia-entrada escolar para estudantes e professores em estabelecimentos que realizem espetáculos musicais”. Em caso de descumprimento, a lei prevê a suspensão do alvará de funcionamento do local cuja infração foi cometida.
Liguei para a Hercílio (3027-8100) e me foi informado que não há desconto para estudante. Liguei, então para a SECULT (3225-8355), que pediu que eu ligasse para o Guarany para ver essa questão, pois eles “acham” que, “se tem essa lei”, ela deve ser cumprida. O Guarany (3225-7636) diz que não é o responsável, pois só aluga o prédio.
A SECULT vai me dar um retorno do próprio secretário às 15h de hoje.
É esperar pra ver qual será a surpresa…
Semana passada fui surpreendido por um falso carteiro. Ele bateu à porta e meu irmão atendeu. Falou que havia uma encomenda internacional para mim (sabia meu nome completo), mas que necessitava o pagamento de R$120,00 pelos impostos.
Há tempos que o Brasil vive na política do pão e circo, já que vem dando certo e controla massas. É frango a R$1,00, Brasil, o país do futebol, Rio 2016… A música “Diversão” do Titãs tenta explicar e dá uma lição
Tudo isso, ás vezes tudo é fútil
Ficar fébrio atrás de diversão
Nada disso, às vezes nada importa
Ficar sóbrio não é solução
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Eu caí numa das mais antigas jogadas que os camelôs fazem. Não sabia como funcionava, mas aprendi uma lição: são todos falsários.
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Estava voltando pra casa, às 11:56, atravessando a Av. Bento Gonçalves, bem à frente do portão do Quartel da Brigada Militar, em direção à pracinha que fica ali na frente, quando meu tênis fica colado no asfalto da rua!
Ontem eu estava no Laranjal e vi uma típica cena aqui em Pelotas: poda irregular de árvores. Não há orientação, fiscalização prévia e nem fiscalização mediante denúncia. Ao ligar para a Polícia Ambiental, a única coisa que ouvi foi um “estamos sem viatura no momento, mas iremos averiguar assim que possível”. Alias, frase essa que se escuta, de praxe, de todos órgãos públicos como a Brigada Militar e Conselho Tutelar. Eles podiam ter a frase gravada na secretária eletrônica pra não cansar a voz.
Passei a tarde assistindo meu vizinho liquidar com uma árvore, deixando só o tronco em pé. Fiz minha parte. O poder público não.
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Sob a desculpa da “questão social” Pelotas, assim como todo o Brasil, se esconde, ao invés de resolver um problema que contradiz a lógica, a moral e a própria Constituição Federal. Diz o caput do artigo 5º da Constituição Federal brasileira a máxima, tão usada de maneira inflamada em discursos políticos e em promessas cuspidas ao léu: “todos são iguais perante a lei”.

De acordo com o decreto nº 62.127, de 16 de janeiro de 1968, sim! Diz a alínea “f”, do inciso I, do artigo 92 de tal decreto que são equipamentos obrigatórios dos veículos automotores e ônibus elétricos as faroletas e faróis dianteiros de luz branca ou amarela.
Aqui em Pelotas está surgindo uma nova – e brega – moda de trocar a luz do farol dos carros. Há carros com faróis azuis, verdes e, pasmem, vermelhos! Sim, vermelhos, e quase que eu sofri um acidente por causa disso. Eu trafegava pela Av. Pres. João Goulart, à noite, quando fui ultrapassar um carro. Olhei a mão no sentido oposto, vi duas luzes vermelhas e achei que era outro carro ultrapassando, no mesmo sentido que eu conduzia. Para minha surpresa, as luzes vermelhas não eram das sinaleiras traseiras, mas dos faróis de um Chevette que vinha em sentido oposto, com o qual eu quase colidi de frente!
Alguém já viu uma abordagem ou uma blitz dos fiscais de trânsito verificando o equipamento necessário? Não? Nem eu, somente o que lhes interessa: o pagamento do IPVA.




